My destiny is you, my sun.

Clique aqui, e ouça Living in the moment – Jason Mraz. Enquanto lê 🙂

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Certa vez me perguntaram se eu acreditava em destino. Aquele destino sabe? Em que as pessoas se prendem ou buscam desesperadamente se desprender, para tentar viver algo diferente, diferente do que imaginam que lhes aguarda no futuro. Eu devo confessar, que já cheguei a pensar que alguém ou alguma força superior regia a minha vida. Principalmente quando algumas das minhas escolhas pareciam não ser, digamos assim, possíveis para mim. É frustrante a sensação de planejar algo e ver que na prática nada, absolutamente nada mesmo, saiu como o esperado. E quem culpar nessa hora? Ah, essa é fácil de responder… O destino, é claro. Não importa quem ele seja ou o que ele seja, quando algo dá errado a culpa é sempre dele. Mas e quando dá certo? Bem, algumas pessoas ainda insistem em dar o crédito a ele mesmo assim. Bem ou mal, esse misterioso destino sempre parece rondar cada novo passo que ousamos dar.

Algumas pessoas acreditam que nosso destino já está traçado quando nascemos, mas tem também aquelas, que acreditam que há sim um Deus que nos orienta, mas que o caminho de verdade é sempre uma consequência de nossas boas ou más escolhas. Seja culpa do destino, seja nossa culpa no final das contas. Acho que isso não importa muito não é mesmo? O que importa de verdade é o fragmento de vida que fica entre todo esse enredo. O que se esconde na coxia deixando o destino levar no palco,  os aplausos ou as vaias do público faminto que o assiste. Esse fragmento de vida é que deve ser intenso. Esse fragmento de vida, é quem somos nós. Não importa muito, o quanto nosso ‘destino’  acertou ou errou na hora do levantamento final de tudo. O que importa é o quanto nós vivemos de verdade, enquanto esse destino acontecia. O importante mesmo são os tropeços os caminhos mais longos e errados, as chegadas incertas e aquelas certeiras, que você já chega querendo ficar para sempre. O que importa mesmo, são as surpresas , as boas e as ruins, as que deixam suspiros e as que deixam aprendizados amargos, mas ainda assim aprendizados. O que importa mesmo, são as pessoas que estiveram do seu lado, as que se foram, as que permaneceram, e aquelas que ficaram entre o caminho, deixando tanto delas em você, levando tanto de você com elas.

O destino é só uma palavra no final. Pelo menos é o que eu responderia hoje, se me questionassem sobre o que ele é. Algo tão incerto quanto nosso hoje, ou nosso amanhã. O destino não ganharia crédito algum comigo, nem meus melhores aplausos acalorados diante de uma vitória, nem meu choro mais soluçado diante de uma tristeza. Mas já que esse tal destino caiu mesmo nas graças das pessoas por aí, que seja então. Que ele seja. Que ele seja você. Sim, você aí… sentado em frente a tela do computador, dando uma pausa no no que estava fazendo, para ler o que eu modestamente escrevo por aqui. Talvez agora você até sorria, e tenha certeza de que imaginar o seu sorriso me fará sorrir também do lado de cá. Como eu sei de tudo isso? Destino! Não, não. Obviamente eu não vou dar crédito algum a ele. Eu apenas sei, afinal. As pessoas sempre sabem, quando aquele algo a mais entra nas suas vidas. Você é o meu algo a mais. A minha palavra destino. A minha pessoa. Você é você e por incrível que pareça, ser você influencia muito na minha forma de ser eu. Quando você chegou, digamos que o mar não estava tão amigável com a minha pequena embarcação. Eu parei de admirar a beleza do me cercava e comecei a temer a profundidade abaixo de todo aquele azul que me consumia, pouco a pouco. As tempestades eram frequentes e a muito o sol não aparecia. Mas aí você chegou, munido de sol forte, colete salva vidas e até um remo a mais. Direcionou o que a muito estava perdido e me fez ver além. Muito além.

Eu fiz planos. Veja só. Me achei com sorte, sorte essa da qual sempre fui tão descrente, assim como do destino. Você é a minha sorte.  E não, ainda não vamos dar créditos ao destino. Mas sabe, eu agradeço por você ter chego no final. Vai ver o final nem seja mesmo final, mas início. Que sorte a minha você ter chego tão no princípio de tudo aquilo que eu ainda espero viver. Podemos ser dois? Que tal formar uma dupla? Um par? É… seja meu par. Me deixe ser seu fragmento de vida, me deixe assumir a outra ponta da cortina vermelha e interpretar o teu espetáculo com você. Me deixe ser presente. Teu presente. Da mesma forma que você é o meu, em todo significado que a palavra presente pode assumir.  Eu sei que a vida de algumas pessoas se resumem a chegadas e partidas. E também sei que não há como prever quando vai ser a sua vez de partir. Talvez você fique para sempre. Talvez nosso sempre seja apenas um capítulo, de uma história tão longa que você vai precisar tomar muito fôlego para continuar a escrever. Nada disso importa. O que importa é que você é meu, agora. E ainda temos tanto para viver.

Gosto da forma que teu sorriso sem jeito se imortaliza nas fotografias, gosto do loiro dos seus fios e da forma como o sol dá brilho a alguém que por si só, já é luz. Gosto especialmente da forma como você me vê. Especial sabe? É assim que eu me sinto quando vejo você me descrever. Como se de repente o mundo girasse em câmera lenta, e nós dois ainda continuássemos no ritmo de sempre. As pessoas nos observando, tão paralisadas, tão congeladas, e você me derretendo a cada frase. É sempre só eu e você. Como se o mundo todo desce espaço para a nossa vez de entrar em cena juntos, dividindo o mesmo palco. E isso é realmente muito especial. Talvez você seja a minha pessoa. Talvez você seja a minha calmaria, o meu remo a mais. Talvez você seja o meu sol, a minha chegada. Talvez você seja sei lá… o meu destino. E não que eu agora acredite nele, não. Mas eu acredito em você. Eu acredito em nós. E se acreditasse em destino, com toda certeza… você seria o meu.

 

Obrigada por chegar. Fique mais… Fique o quanto quiser… My blonde Sun ❤

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